Livro novo sobre os Beatles vem aí
só para dar água na boca, estou preparando um livro sobre os Beatles, em breve mais notícias.
só para dar água na boca, estou preparando um livro sobre os Beatles, em breve mais notícias.
The Quarrymen (as vezes escrito como The Quarry Men) era um grupo formado em Liverpool em 1956 por John Lennon com vários amigos da escola onde estudava. Foi a banda que deu origem aos The Beatles. O nome do grupo foi inspirado na escola Quarry Bank grammar school, onde John Lennon e a maioria dos integrantes estudavam.

Você já se perguntou do por quê de ter que trabalhar todos os dias?
Seu trabalho tem algo a ver com sua vida espiritual?
O livro DEUS NO TRABALHO de Ken Costa quer ajudar a cada um de nós a refletir sobre estas questões.
Acesse o site e veja mais:
http://paginanova.com.br/deusnotrabalho/


Por Rodrigo Ratier (rodrigo.ratier@abril.com.br)
Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi
“Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?” Repeti essa oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro a quem me abordasse - e conferiria as reações.
Para começar, acomodei 45 obras variadas - do clássico Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente, ao infantil divertidíssimo Divina Albertina, da contemporânea Christine Davenier - em uma caixa de papelão no banco do carona de meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais.
Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim, alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca estudaram. Como 74% afirmam ter sido alfabetizados, não é exagero dizer que as vias públicas são um terreno fértil para a leitura. Notei até certa familiaridade com o tema. No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20 anos, vendedor de balas. Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo:
- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.
Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro - “Esse do castelo, que deve ser de mistério” - para presentear a mulher que o esperava na calçada.
Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15 anos. Ela é parte do contingente de 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que apinhava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre. E ela respondeu:
- Hum, depende do livro. Tem algum de literatura?, provocou, antes de se decidir por Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas nas ruas de São Paulo). Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um desses encontros do acaso. Érico*, 9 anos, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro:
- Sabe ler?, perguntei.
- Não…, disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta:
- Sim. Sei, sim.
- Em que ano você está?
- Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos?, indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam.
Mas o problema, como canta Paulinho da Viola, é que o sinal ia abrir. O motorista do carro da frente, indiferente à corrida desenfreada do trio, arrancou pela avenida Brasil, levando embora a mercadoria pendurada no retrovisor.
Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos produtos, dos malabares, do dinheiro…
- Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um vendedor de raquetes que dão choques em insetos.
Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*. Carregava a pequena Vitória*, 1 ano recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que sorria.
* os nomes foram trocados para preservar os personagens.
Fonte: http://revistaescola.abril.uol.com.br/gestao-escolar/diretor/vale-mais-trocado-432764.shtml
01- O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
02- Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$ 40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
03- Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
04- Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.
05- Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
06- As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam.
07- As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.
08- O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.
09- Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.
10- Só um alimento não se deteriora: o mel.
11- Os golfinhos dormem com um olho aberto.
12- Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha.
13- As unhas da mão crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pé.
14- O olho do avestruz é maior do que seu cérebro.
15- Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.
16- O “quack” de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.
17- O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18- É impossível espirrar com os olhos abertos.
19- “J” é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20- Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.
21- Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.
22- Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
23- 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa-noite ao William Bonner no final.
24- Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem este post,tentam lamber seu cotovelo!!!
fonte: http://inblogs.com.br/
Para onde você poderia apontar afirmando a existência de água.
Gelo talvez, mas água em estado líquido, naquela temperatura com que sai do bebedouro ou da fonte, acho difícil.
Nesse caso, nossa água, tal qual a conhecemos e consumimos seria uma absoluta excessão.
E o que fazemos com essa preciosidade? Usamos. E não há problema com isso, a questão é que na maioria das vezes usamos mal.
Imagino que este assunto, o da conservação da água, seja algo que muitos já não querem mais ouvir. Mas então por que nossas atitudes continuam as mesmas? É claro que todos deveriam se preocupar, entretanto, quando escovo meus dentes pela manhã e deixo a torneira aberta durante todo o processo, já quebrei minha parte do acordo.
E quanto aos nossos governantes? Alguém consegue se lembrar de algum rio brasileiro que tenha sido limpo e restaurado com a efetiva ação do poder público? Incluindo alternativas para famílias que moram próximo aos rios, e que por falta de instrução e até mesmo de opção, fazem do rio seu esgoto?
E por falar em esgoto a questão esquenta ainda mais. Não somente o pobre despeja seu esgoto no rio, mas uma parcela significativa da população de qualquer nível social ou cultural.
Parece que ainda esperamos para ver se é realmente verdade que poderemos ficar sem este recurso maravilhoso, a água, para então tratarmos a questão com a devida importância.
Nesse meio tempo sugiro olhar mais uma vez ao árido espaço, para termos a prova irrefutável do quanto somos abençoados.

Acordou, fez tudo o que sempre fazia e saiu para trabalhar.
Entrou no ônibus, sentou, colocou os fones no ouvido e ligou seu mp3 player.
Com a inspiração da primeira música começou a viajar, a ir longe, muito longe.
Quando voltou teve vontade de fugir.
Sim, a música dava vontade de fugir. Ir para algum lugar no mundo, onde não conhecesse ninguém.
Como era inspirador.
Olhou a paisagem, transformada pela música. Sua mente sem idéias, somente sons e imagens.
Eram as mesmas imagens de todos os dias, mas, ao mesmo tempo, totalmente diferentes.
Ainda tinha vontade de fugir.
Não por não gostar de sua rotina, mas por se gostar o suficiente a ponto de se permitir viajar.
Mas uma viagem normal precisa de muitos detalhes e planejamento.
Fugir não. É só sair. Não precisa avisar.
A música acabou. Outra começou, mas aquela tinha outro sentimento.
E pensou no absurdo de largar tudo e simplesmente fugir.
Que idéia.
Quem faria isso?
Teria que ser muito doido.
Ajeitou a gravata, os óculos, apertou a mão na pasta e desceu no seu ponto de sempre.
Um novo dia começava.

E esse tal de acordo ortográfico, sai ou não sai.
Bom, eu já comecei a utilizar principalmente para livros que estão sendo editados agora e serão lançados em 2009. Pois janeiro de 2009 aparecia como data de início da utilização das novas normas unificadas para o mundo de língua portuguesa.
Tudo parecia tão urgente e agora o governo brasileiro parece querer protelar mais um pouco. Segundo o Ministro da Educação, Fernando Haddad, o acordo ortográfico será adotado definitivamente pelo Brasil “no máximo em 2011 ou 2012″, conforme declaração de 25.07.
Aparentemente ninguém tem certeza de nada.
O Brasil que teria a força, por ser o maior país e ter o maior número de falantes da língua portuguesa, não parece querer peitar Portugal, a saber o país que terá que fazer um grande número de alterações ortográficas e que não está lá tão convencido disso.
Como as editoras tiveram que tomar uma decisão, pois os processos editoriais começam com bastante antecedência, iremos viver alguns anos de limbo ortográfico, no qual teremos que fechar um olho para os “erros” de ortografia com os quais iremos conviver.
Isso me lembrou Camões que mesmo tendo um olho só escreveu a obra prima (com ou sem hífen?!?) em nossa querida língua, Os Lusíadas; agora me inspirei:
As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Quando resolverem alguma coisa da tal reforma, me avisem.

(Os Lusíadas é domínio público. Você pode baixar o texto na íntegra em http://baixaki.ig.com.br/site/dwnld49691.htm)

Para comemorar o Dia Nacional do Escritor, a escritora Luci Collin lerá trechos das obras de Valêncio Xavier, Manuel Carlos Karam e Jamil Snege e fará comentários sobre a contribuição desses grandes nomes da literatura nacional.
Participação especial dos escritores Assionara Souza e Paulo Sandrini.
25 de julho (sexta-feira) às 19h30
Dia Nacional do Escritor
Local: Livrarias Curitiba - Shopping Curitiba
Curitiba-PR
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Luci Collin nasceu em Curitiba, em 1964. Mora em Curitiba e leciona Literaturas de Língua Inglesa na UFPR. Graduou-se em Piano, Letras e Percussão. É Doutora em Letras pela USP. Leia o restante deste artigo »